
Quanto mais velho eu fico, mais saudade tenho de quando era criança.
Saudades das coisas bestas, que são sempre as que doem mais.
De quando jurava que havia um funcionário anão dentro do caixa eletrônico.
De quando palavrão era “Caracas” ou sua sonora derivação “carácolis”!
De quando acreditava que havia uma lua e um sol para cada cidade.
De quando inconstitucionalissimamente era a maior palavra do mundo.
De quando minha mãe deixava eu abrir o yakult no meio do supermercado.
Deus sabe como queria passar por isso de novo.
Não do mesmo jeito, claro.
Dessa vez daria uma atenção especial às coisas antes sem importância.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Saudade grande de quando era pequeno e poder dormir com meus pais.
Lembranças da nossa primeira formatura e amizades que ficaram para trás.
De quando contávamos no jardim da infância para irmos lanchar.
Ao chegar em casa dormir a tarde toda sem te ninguém para pertubar.
Momentos inesqueciveis do primeiro beijo, do primeiro amor, da primeira festa que não voltam jamais.
De quando acreditávamos que papai Noel traria presentes no natal.
De quando brigávamos em uma fila para pegar saquinhos de Cosme Damião.
De patinar dentro de casa e levar reclamações dos mais velhos.
Saudades de ir pro show do palhaço chocolate e comer biscoito do menino maluquinho.
Saudades que já sinto de quando meu curso de publicidade acabar.
Sentir saudade ao contrário é colocar a carroça na frente dos bois, a prorrogação antes do tempo normal, o amém antes do em nome do pai.
É o rapaz que na véspera de sua amada partir, fica em casa chorando.
Ao invés de aproveitar os últimos instantes ao lado da pessoa querida.
Mas pensando bem, não é algo tão difícil assim de se entender.
Porque sinceramente, acho que nada dói tanto quanto a consciência de se dar o último beijo, o último abraço ou fazer a última declaração de amor.
Saudades das coisas bestas, que são sempre as que doem mais.
De quando jurava que havia um funcionário anão dentro do caixa eletrônico.
De quando palavrão era “Caracas” ou sua sonora derivação “carácolis”!
De quando acreditava que havia uma lua e um sol para cada cidade.
De quando inconstitucionalissimamente era a maior palavra do mundo.
De quando minha mãe deixava eu abrir o yakult no meio do supermercado.
Deus sabe como queria passar por isso de novo.
Não do mesmo jeito, claro.
Dessa vez daria uma atenção especial às coisas antes sem importância.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Saudade grande de quando era pequeno e poder dormir com meus pais.
Lembranças da nossa primeira formatura e amizades que ficaram para trás.
De quando contávamos no jardim da infância para irmos lanchar.
Ao chegar em casa dormir a tarde toda sem te ninguém para pertubar.
Momentos inesqueciveis do primeiro beijo, do primeiro amor, da primeira festa que não voltam jamais.
De quando acreditávamos que papai Noel traria presentes no natal.
De quando brigávamos em uma fila para pegar saquinhos de Cosme Damião.
De patinar dentro de casa e levar reclamações dos mais velhos.
Saudades de ir pro show do palhaço chocolate e comer biscoito do menino maluquinho.
Saudades que já sinto de quando meu curso de publicidade acabar.
Sentir saudade ao contrário é colocar a carroça na frente dos bois, a prorrogação antes do tempo normal, o amém antes do em nome do pai.
É o rapaz que na véspera de sua amada partir, fica em casa chorando.
Ao invés de aproveitar os últimos instantes ao lado da pessoa querida.
Mas pensando bem, não é algo tão difícil assim de se entender.
Porque sinceramente, acho que nada dói tanto quanto a consciência de se dar o último beijo, o último abraço ou fazer a última declaração de amor.
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